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Novos exames serão realizados com amostras do corpo da dona de casa Maria Ení, de 33 anos, morta em março (Porangatu / GO) após realizar escova progressiva - o primeiro laudo, divulgado nesta semana, não foi considerado conclusivo. O resultado do exame indicou a presença de formol no couro cabeludo e cabelo da dona da casa, mas o produto identificado pode ter outra origem. “O uso do formol nos processos funerários podem ter alterado o resultado”, justificou o perito Rodrigo Ivani Medeiros. De acordo com a delegada responsável pelo caso, Cynthia Christyane Alves da Costa, os novos exames devem ser feitos para que hipótese de morte por intoxicação seja confirmada. A mistura de formol com cremes é bastante conhecida em salões de beleza de todo o Brasil. O cheiro forte do formol, que é tóxico quando inalado ou ingerido, costuma ser atenuado com o uso de cremes e essências. A dosagem, no entanto, tem de ser controlada. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proíbe o uso de formol acima de 0,2% da mistura no processo de alisamento de cabelos. Fonte: Letícia Nobre/ terra |
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