| Emanuel Araújo - Studio Muhari |
| Belle Coiffeur | |
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Desde criança Emanuel Plácido de Araújo já gostava de trabalhar com beleza. Em 1983 se mudou para Brasília para autar como vendedor. Um colega de Goiânia foi junto para servir a aeronáutica. Coincidentemente, a mãe de seu amigo era cabeleireira e havia ensinado um pouco da profissão ao filho, que por sua vez, repassou o que sabia à Emanuel, que logo se tornou um apaixonado pela profissão.
Ao terminar a faculdade, começou a trabalhar em empresas. Até que, insatisfeito com o trabalho e com o salário, ele fez umas continhas e constatou que se cortasse dois cabelos por dia, ganharia mais que o dobro de usa diária de trabalho naquela empresa. Pronto! Era o que faltava para Emanuel largar o emprego e abrir o seu salão de beleza – “Cabeça Feita – Cortes com Arte”. Só depois fez cursos e se aprimorou. De acordo com ele, neste início da trajetória cometeu alguns erros, porém os acertos foram infinitamente maiores. Emanuel conta que na época do "Cabeça Feita", teve vezes, que chegou a cortar 60 cabelos em um único dia. Resultado de tanto esforço... sucesso absoluto! Hoje, Emanuel é um grande profissional conceituado e realizado, casado com Ângela Gontijo, sua sócia no Studio Muhari, e pai de três filhos. Mas a história não fica por aí. Atento e audacioso, Emanuel foi em busca de uma outra paixão, agronegócio. E, conversando com amigos e clientes, viu que era realmente um bom negócio. Começou então a alugar pastos fazer recria. Agora, comprou uma fazenda e além da recria, está dominando a área da criação de gados. Ele ficou expert no negócio e hoje é: de terça à sábado cabeleireiro, e domingo à segunda fazendeiro. Dica de sucesso: Humildade, perseverança e muito estudo. Planos para 2007: Muito trabalho e ampliações para o salão.
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Em, 1984, ele retornou a Goiânia para cursar Administração de Empresas na UCG. Foi lá que começou a trabalhar como cabeleireiro. Ele conta que na faculdade, a turma sempre organizava festas, eventos, reuniões... e Emanuel sempre sendo abordado para dar um toque no cabele de alguém. Segundo ele, era totalmente por hobbie, e os amigos aproveitavam. Tanto que já cortou o cabelo de alguns da turma com uma "tesoura de cortar tecido". Um dia, através da indicação de uma amiga da administração, Emanuel atendeu o que viria a ser a sua primeira cliente de verdade, que foi ao seu encontro com as melhores indicações. Na ocasião, ele não tinha nenhum "apetrecho, apenas a tesoura (que nesta época já era própria para cortar cabelo). Ao final do corte ela quis pagá-lo, mas ele negou. Então, ela pediu que aceitasse a quantia, e com o dinheiro, comprasse uma capa de corte para atendê-la melhor da próxima vez. De fato, aceitou o pagamento e comprou o acessório.